quarta-feira, 18 de setembro de 2013

16º ENCONTRO 18/09/2013 Ludicidade

LUDICIDADE NA SALA DE AULA





Leitura deleite : Revista Metrópole

Ensino para meninas

01/09/2013 - 05h00 - Atualizado em 30/30/2013 - 18h59


Foto: Reprodução
Reprodução
A Leitura (1892), do artista brasileiro Almeida Júnior
A presença numerosa de estrangeiros na sociedade local do século 19, bastante ligada ao trato agrícola, manifestava uma forte tendência aos estudos. Naquela época, começaram a surgir muitos colégios para meninas em Campinas, como o 7 de Setembro, onde estudavam Maria Vicencia e Carolina Bressane. Além das primeiras letras, a instituição oferecia aulas de francês, gramática portuguesa, contabilidade, doutrina cristã, desenho, música, piano, canto e dança, tudo para que as meninas ricas se tornassem boas mães de família.



Não que a submissão tivesse acabado, mas a mulher começava a exercer um papel menos decorativo na sociedade aristocrática. Era, digamos, um “espera marido” mais produtivo. O ensino das chamadas prendas domésticas era feito, ainda, por meio de aulas particulares, como as que o professor J. de Oliveira Fagundes e sua esposa eram peritos em ministrar. O casal morava na Rua 11 de Agosto, na esquina com a Barreto Leme, e mantinha o Externato Campineiro na Rua Regente Feijó, 80. Detalhe: meninos também tinham vez e aprendiam ensinamentos úteis para evitar gafes nas rodas sociais.


Na segunda metade do século 19, somente as Irmãs de São José de Chamberry criaram 20 estabelecimentos de ensino na província. O Colégio Perseverança, em 1873, só recebia meninas. Alfabetizava-as e ensinava aritmética, gramática, francês, caligrafia, geografia, música, piano, canto, prendas domésticas e trabalhos de agulha. Ou seja, preparava as garotas para o casamento e o magistério. Em 17 de abril de 1863, foi fundada a Sociedade Alemã Instrução e Leitura (Escola Alemã) e, em 3 de novembro do mesmo ano, inaugurado o Colégio Florence, internato para meninas dirigido pela educadora Carolina Krug Florence.

Dupla jornada


A professora Luíza de Barry, do Colégio 7 de Setembro, complementava seu salário com aulas particulares de francês, inglês, italiano, música, canto e piano. Aliás, como ocorre atualmente, professor recebia pouco e tinha que enfrentar dupla jornada se quisesse ganhar mais. A maioria dos fazendeiros costumava reforçar a educação dos filhos com aulas particulares. Aos sábados, era feita a avaliação, com provas de caligrafia e tabuada.



  • Apresentação dos jogos ( PNAIC) por grupos, explicação dos jogos e para qual hipótese de escrita:





Professores de turmas do:

3º ano- jogo: Quem escreve sou eu;

2º ano- jogos: Trinca mágica e Mais uma;

2º ano-jogos- Batalha de palavras e Palavra dentro de palavra;

1º ano- jogos: Bingo dos sons iniciais e Caça-rimas;

1º ano- jogo.


  • Juliana sugeriu a leitura das páginas de 111 a 131, capítulo jogos: alternativas didáticas para brincar alfabetizando ( ou alfabetizar brincando?) do livro abaixo:







Juliana nos apresentou alguns vídeos:

O pano encantado: Lu Chamusca e crianças



Palavra cantada:

  • Já sabe




  • A borboleta e a lagarta







Um resumo do que é ludicidade



sábado, 14 de setembro de 2013

15º ENCONTRO 11/09/2013 Hipóteses de escrita

LEITURA DELEITE- MARIO MARINHEIRO

http://www.slideshare.net/SimoneOliveira4/mrio-marinheiro




Juliana nos apresentou os livros de Esther Pillar Grossi sobre as hipóteses de escrita














Para entender melhor as hipóteses de ecrita   





Apresentação da atividades dos grupos para cada hipótese de escrita










14º ENCONTRO 04/09/2013 Consciência fonológica/ Escrita alfabética

LEITURA DELEITE: A  MOÇA TECELÃ- MARINA COLASSANTTI







CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA


Emília Ferreiro - http://www.youtube.com/watch?v=B0cyJgzkB6w

http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/45447/o-que-e-consciencia-fonologica


http://cfonologica.blogspot.com.br/


É um conjunto de habilidades que nos permitem refletir sobre as partes sonoras das palavras (produto do trabalho com a rima, aliteração, etc...).

Consciência de que a fala pode ser segmentada e que os segmentos (palavras, sílabas, fonemas) podem ser manipulados.
Papel do professor:

ser um mediador da aprendizagem;
Promover boas situações didáticas;
Ajudar a criança a atribuir significado nas marcas no papel;
 Envolver a exploração dos sons das palavras
As relações entre a Consciência Fonológica e o Aprendizado da Escrita Alfabética ( Morais, 2012)
Analisar, separar e contar a quantidade de sílabas orais das palavras.
Comparar palavras quanto ao tamanho.
Identificar e produzir palavras começadas com a mesma sílaba.
Ser capaz de identificar palavras que compartilham o mesmo fonema.
Ser capaz de identificar ou produzir palavras que rimam.
Capacidade de refletir sobre os sons da fala e identificar seus correspondentes gráficos.


PROPRIEDADES DO SEA QUE O APRENDIZ PRECISA RECONSTRUIR PARA SE TORNAR ALFABETIZADO  -  DECÁLOGO (Morais, 2012)
1.Escreve-se com letras, que não podem ser inventadas, que têm um repertório finito e que são diferentes de números e de outros símbolos.
2. As letras têm formatos fixos e pequenas variações produzem mudanças na identidade das mesmas (p, q, b, d), embora uma letra assuma formatos variados (P, p, P, p).
3. A ordem das letras no interior da palavra não pode ser mudada.
4. Uma letra pode se repetir no interior de uma palavra e em diferentes palavras, ao mesmo tempo em que distintas palavras compartilham as mesmas letras.
5. Nem todas as letras podem ocupar certas posições no interior das palavras e nem todas as letras podem vir juntas de quaisquer outras.
6. As letras notam ou substituem a pauta sonora das palavras que pronunciamos e nunca levam em conta as características físicas ou funcionais dos referentes que substituem.
7. As letras notam segmentos sonoros menores que as sílabas orais que pronunciamos.
8. As letras têm valores sonoros fixos, apesar de muitas terem mais de um valor sonoro e certos sons poderem ser notados com mais de uma letra.
9. Além de letras, na escrita de palavras, usam-se, também, algumas marcas (acentos) que podem modificar a tonicidade ou o som das letras ou sílabas onde aparecem.

10. As sílabas podem variar quanto às combinações entre consoantes e vogais (CV, CCV, CVV, CVC, V, VC, VCC, CCVCC...), mas a estrutura predominante no português é a sílaba CV (consoante – vogal), e todas as sílabas do português contêm, ao menos, uma vogal.


O QUE É O LETRAMENTO?

   Segundo Kleiman, trata-se de  “um conjunto de práticas sociais que usam a escrita, enquanto sistema simbólico e enquanto tecnologia, em contextos específicos, para objetivos específicos (1995, p. 19)”.

      Nessa perspectiva, a escrita é sempre tomada a partir de seus usos sociais, a partir das situações em que ela está presente na vida das pessoas. Não é possível problematizar a escrita sem ter em vista suas funções sociais e seu contexto imediato de uso.



Organizar a rotina de LP em quatro eixos :
LEITURA  - PRODUÇÃO DE TEXTOS – ORALIDADE  - AL (Análise Linguística)
 
                L - PT - O                         Gêneros do Discurso
      Análise Linguística   
                         SEA
                         Discursividade  - quem produz, por que, para que, para  quem)
             Textualidade - materialização do discurso: gêneros do  discurso (texto oral ou                 escrito)
  Normatividade língua padrão, regularidades e irregularidades da língua

13º ENCONTRO 28/08/2013 Ortografia

Ensino de ortografia

 Elaboração: Elisabete Pimentel

LEITURA DELEITE:

 CELSO ANTUNES

A  mesma história, agora entretanto contada a partir da visão do lobo.

Todas as crianças pequenas, já ouviram a história da chapeuzinho vermelho, bem, sempre contada na visão de chapeuzinho, e se o lobo tivesse direito ao seu relato? Como seria? Comentem. Ultimamente tenho lido alguns livros e achei essa espetacular versão em um livro de ''Celso Antunes'' que ''contextualiza nosso cotidiano escolar'', o nome Casos, Fábulas, Anedotas ou Inteligências, Capacidades, Competências. da Editora Vozes. Confira:

  - Pois é! Estava eu em minha casa, pois como sabem a mata é a única casa que tenho, quando vi uma menina branquela e com horroroso chapeuzinho vermelho caminhando com displicência e levando uma sacola debaixo do braco. Pensei: - Puxa, bem que será capaz de atirar copos e garrafas plásticas sem cuidado na minha mata e é meu dever adverti-la para que tenha cuidado e respeito ao meio ambiente. E, assim pensando, dirigi-me a garota. Esta, entretanto, ao me ver gritou horrorizada:
  - Meu Deus! Meu Deus! Um terrível lobo. E, em desespero, nem deu tempo para explicação e saiu correndo em disparada. 
  Fiquei sinceramente ofendido, magoado mesmo, mas refleti: ''É ainda uma criança, nada sabe sobre a beleza animal e de nada adiantará meus ecológicos conselhos. Deduzindo que por certo iria até a casa da velhota lá perto do riacho, cortei caminho e me antecipei, tentando argumentar com sua avó adulta. Foi inútil. Esta, ao me ver, gritou com igual horror e já ia avançando sobre a espingarda, quando em último recurso, tive que devorá-la. Aí pensei: ''Se a garota chega e me encontra em meus trajes habituais, por certo vai continuar a me ofender e não me dará ouvidos''. Foi por esse motivo que, depressa, vesti as roupas da velha e cobri-me, deitado em sua cama.
  - Pois não é que a menina, assim que me viu e pensou ser a avó, continuou sua sessão de ofensas e desmoralizações. Foi logo dizendo:
  - Meu Deus, vovó, como seus olhos estão horrorosos...
  Essa dura crítica mexeu com minha auto-estima e ofendeu-me até a última gota de sangue. Sei que não tenho os olhos de Brad Pitt, mais ainda assim lutei contra a revolta e com doçura, argumentei:
  - São para melhor enxergá-la, meu amor...
  Foi inútil essa demonstração de afeto. A garotinha continuou a escandalizar meus ouvidos, minha respiração, meus sentimentos, até o limite máximo da tolerância, quando esmagado por tantas ofensas devorei-a também.
  - O final da história vocês conhecem... veio o caçador, abriu-me a barriga, salvando chapeuzinho e a avó e aqui me largando ensanguentado e a morte. Tudo em nome da ecologia! Não é um absurdo?

 PAUTA

•Introdução- as dificuldades ortográficas
•Apropriação do sistema de escrita alfabética (SEA)
•Vídeo letra e vida : Arthur Gomes de Morais Sistematização – regularidades e irregularidades ortográficas e algumas atividades
•Apresentação de princípios e propostas para o ensino de ortografia


Ortografia: o por quê das dificuldades?

Muitas vezes, uma mesma letra pode representar mais de um som:


LETRA
SOM
EXEMPLO

S

S

EXPERIÊNCIA

X

Z

EXAME

X

CH

XAROPE,ENXADA

X

KS

TÓRAX, TÁXI



Ou um som pode ser representado por mais de uma letra:

SOM
LETRA
EXEMPLOS




X

EXPERIÊNCIA, PRÓXIMO




S

SAPATO, CASCO




SS

POSSÍVEL, FOSSA


S

C

CEBOLA, CIPÓ


Ç


POÇA, POÇO, AÇUCAR


XC


EXCELENTE, EXCETO


SC


NASCIMENTO




(QUE ELE) NASÇA




Consolidação do SEA
“Ao término do primeiro ano do ensino fundamental de nove anos, espera-se que todos alunos já tenham atingido uma hipótese alfabética de escrita, tendo se apropriado da quase totalidade de propriedades e convenções agora apresentadas.
No segundo ano, as práticas de ensino do SEA devem estar voltadas para a consolidação do conhecimento das diferentes relações som-grafia de nossa língua, de modo a permitir que a criança possa ler e escrever palavras, frases e alguns textos de menor extensão
Quando a criança atinge a hipótese alfabética, isto é, quando passa a escrever com base em uma correspondência entre fonemas e grafemas, ela ainda não está alfabetizada em sentido estrito, pois, muitas vezes, ao ingressarem nesse nível, os aprendizes não conseguem ler e escrever com autonomia, porque podem ainda não dominar uma série de correspondências som-grafia de nossa língua.



As sílabas podem variar quanto às combinações entre consoantes e vogais (CV, CCV, CVV, CVC, V, VC, VCC, CCVCC...), mas a estrutura predominante no português é
a sílaba CV (consoante- -vogal), e todas as sílabas do português contêm, ao menos, uma vogal.


Percurso da alfabetização

Estar alfabético: conhecer os principais princípios do SISTEMA DE ESCRITA ALFABÉTICA.
Consolidar o domínio no uso das letras e dígrafos em diferentes padrões silábicos, de modo a ler e escrever palavras e textos.
e
Iniciar o uso das normas, ampliando progressivamente o domínio da escrita ortográfica.
Ou seja:
Compreender que nossa escrita não é fonética, pois não é uma transcrição exata da fala. A nossa escrita é ortográfica.




Na relação entre som e grafia, temos:
1. Correspondências regulares entre letra e som: com regras para o uso das letras
1.1.Correspondência regular direta ou regularidade direta:
Ocorre quando só existe um grafema (letra) para notar determinado som (fonema). São os casos de B, D, F, P, T e V

MAS ATENÇÃO!!

Algumas crianças fazem trocas entre elas, porque:

1 – há sons muito próximos.EX: BATO,PATO

2 - nomes das letras BE, DE, PE, TE fazem com que algumas crianças não registrem a vogal na grafia de palavras

Regularidades contextuais na relação som-letra

A regularidade contextual ocorre quando a letra pode ser definida pela posição ou pelo contexto (isto é, pelas letras que estão próximas da letra em questão).
Nessas situações, é possível deduzir regras para o uso das letras.
C e QU
Cavalo, quermesse, quiabo, copo, cuia
Regra: para escrever o som [k], usamos C antes de A, O, e U. Usamos QU, antes de E e I.

Casos mais comuns de regularidades contextuais, em que se pode deduzir algumas regras para escrever grafias corretas:

Letras
exemplos
R e RR (com som de r forte)
Rato, terra, genro, branco
G ou GU
Gato, guerra, guidão, gordo, guri
C e QU
Casa, querido, quiabo, cobertor, cuia
J junto com A,O e U ( e nunca com G) *
Janela, jogo, jumento
Z (palavras que começam com som [z]
Zangado, zebra, zinco
S (palavras que começam com som [s] com A, O e U
Sapato, sombra, sucesso
O e U
Bambu, bambo
E e I
Perdi, perde
M, N , ã, NH (que representam sons nasalizados)
Campo, canto, manhã, romã, mandioca

USO DO SS/S

Lista de palavras
sapato casaco passado lagos risada passeio passear saco

Regularidade morfológico-gramaticais

De acordo com aspectos morfológicos- gramaticais, pode-se deduzir a grafia das palavras. Geralmente isso se aplica a determinados: - sufixos de nomes e adjetivos - terminações de verbos e - “famílias” gramaticais das palavras.

MORFOLOGIA: estuda as palavras e os morfemas, partes que compõem as palavras e que contribuem para a formação de novas palavras
RICO
RICA
RICOS
RIQUEZA
ENRIQUECER
ENRIQUECERAM
ENRIQUECIMENTO
EN + RIQU + E + CI + MENTO

Morfemas

Exemplos de regularidade morfológica-gramatical

Sufixo -EZA para substantivos derivados de adjetivos
Beleza, pobreza, riqueza, certeza
Sufixo -OSO para adjetivos
Famoso, carinhoso, gostoso,
Sufixo -ICE para alguns substantivos
Meninice, chatice,velhice,
Terminação -OU para verbos 3ª p singular
Andou, pestanejou, criou
Terminação -RAM para verbos 3ª p plural passado (pretérito perfeito)
Andaram, criaram
Terminação –ÃO para verbos na 3ª pessoal plural no futuro
Andarão, criarão
Terminação –SSE para verbo no subjuntivo (hipótese, possibilidade)
Andasse, criasse
Família de palavras: palavras com o mesmo radical tendem a ser escritas com a mesma grafia
Pensar, pensamento, pensativo
Mar, maré, maremoto, marítimo, marinheiro, maresia, marzão


Exemplos de atividades

 Construir famílias de palavras.
Ex.:TERRA: enterrar, terreiro, terreno, terráqueo, subterrâneo, conterrâneo
MAR
AR
Escrever grupo de profissões:
Ex.: pedreiro, engenheiro, padeiro, faxineiro, cozinheiro


VERBOS COM am/ão

Ontem, meus pais foram à cidade. Eles compraram algumas coisas, mas não levaram tudo o queriam. Eles viajarão amanhã para a casa da minha avó e levarão os presentes.

2- Agrupe as palavras grifadas em dois grupos: PASSADO E FUTURO


Irregularidades ortográficas

Há relações letra-som em que não é possível se basear em alguma regra ou princípio. A grafia das letras precisa ser memorizada ou é preciso consultar um dicionário ou alguém para resolver a dúvida ortográfica. Ex.: casa ou caza? Jeito ou geito? Beringela ou berinjela? Papel ou papeu

ALGUMAS ATIVIDADES

Fazer listas de correspondências oral - escrita
FALO ASSIM  ESCREVO ASSIM
brincano brincando
pegano pegando

LINGUAGEM FALADA  LINGUAGEM ESCRITA
pexe peixe
caxa caixa

Princípios gerais para o ensino de ortografia

O trabalho persistente do professor no ensino das convenções da escrita se faz necessário. No entanto, isto não significa trabalhar exclusivamente com a ortografia. Muitas outras competências estão em jogo no trabalho com a linguagem:
•Leitura com compreensão (talvez isso seja uma redundância...),
•produção de textos significativos, reflexão e uso de diferentes gêneros,
•leitura e produção de textos em diferentes situações, formais e informais, com diferentes propósitos. Por isso, o ensino da ortografia é apenas um das aprendizagens da linguagem escrita

Alguns princípios devem ser observados para este trabalho:
•Antes de mais nada um texto é escrito para ser lido, interpretado. É uma forma de comunicação, de troca de idéias, de expressão. Não é apenas um lugar para guardar palavras escritas de forma bonita. Portanto, não transforme a leitura de um texto do aluno em apenas um “caça-erros”
•Sempre que possível fazer com que outras pessoas (pais, colegas etc) também leiam o texto do aluno, dando um destino social aos textos.
•Estimular a escrita, releitura, revisão e auto-correção do texto. Incentivar o aluno a fazer isso de modo positivo e não como castigo.

Revisão do texto do aluno e pelo aluno

É comum aparecer mais de um tipo problema no texto. Estabeleça prioridades para realizar a correção, selecionando os problemas já estudados em sala para serem corrigidos. Várias estratégias podem ser adotadas na revisão ortográfica:
•Escrever a grafia correta embaixo ou em cima da palavra escrita incorretamente.
•Sublinhar a letra ou a palavra escrita errada e marcar na margem da linha com um código, pedindo para que seja corrigida a palavra
•Marcar apenas o código na margem da linha para a criança tentar descobrir sozinha onde errou e escrever a grafia correta.
•Escrever no final do texto, a grafia correta de palavras que o aluno está errando muito, principalmente se for o mesmo tipo de erro. Peça para ficar mais atento nessas formas


Uso de códigos para ortografia 

O significado do código precisa estar bem claro para a criança. Acrescentar ao poucos novos códigos de acordo com a programação ou dificuldades dos alunos. Exemplo de códigos para correção das questões ortográficas: A – acentuação O – ortografia / - separação de palavras ( na própria palavra) M – maiúscula m – minúscula

Atividades de sistematização
  • Selecione os tipos de erros mais comuns e faça exercícios de sistematização.
  • Sistematize o uso de palavras que tem uma ortografia definida por regularidades. Os exercícios dirigidos podem ajudar a organizar algumas regras de ortografia
  • Sempre que necessário, comente sobre a questão da variação lingüística, explicando que há muitos jeitos de falar uma palavra, mas uma única ortografia para que todos possam entender o que alguém escreveu.
  • Estimule o aluno a expressar sua dúvida, a fazer perguntas, a construir hipóteses.

Mais sugestões

  • Ensine o uso do dicionário, quando necessário, para resolver dúvidas ortográficas
  • A fixação ortográfica de muitas palavras baseia-se muito em uma memória fotográfica. Por isso a leitura ajuda muito nessa fixação. Os exercícios e brincadeiras ajudarão, mas sozinhas não fixarão tudo.
  • Quando possível, usar textos de alunos ou de outros autores. Nesse caso, ver as atividades como “Releitura com focalização” e “Ditado interativo”. Ambas as propostas estão presentes no material “Ler e Escrever” (livros azul e laranja)
  • Crie Listas, Dicionários de classe, Cartazes, Painéis com palavras e regras estudadas para consulta das crianças

Bibliografia 

  • Cagliari, Luís Carlos. Alfabetização e lingüística. São Paulo: Scipione, 1990, 2a ed. Lemle, 
  • Miriam. Guia teórico do alfabetizador. São Paulo: Ática,1994, 9a ed. Franchi, Eglê, Pontes.
  •  Pedagogia da alfabetização: da oralidade à escrita. São Paulo, Cortez. 3a ed. Brasil. Mec. Cadernos do PNAIC, Unidade 3. Brasília, 2013

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

8º ENCONTRO 19/06/2013 Planejamento

A Organização do Planejamento Escolar na Perspectiva do Letramento


Para entender melhor o que é planejamento

http://www.tvbrasil.org.br/fotos/salto/series/16134802_Oplanejamentonociclodealfabetizacao.pdf


  • Leitura deleite- O caso do bolinho-Tatiana Belinky



Brainstorming

(tempestade de idéias)

O QUE É PLANEJAR?

  • Organizar;
  • Anotar;
  • Orientação;
  • Projetar;
  • Sistematizar;
  • Prever;
  • Preparar;
  • Propor;
  • Guiar;
  • União entre teoria e prática;
  • Metas;
  • Definir ações;

Assistimos dois vídeos:

                          Magda Soares
                         Aspectos do planejamento escolar

  

Quais os aspectos levantados nos vídeos você considera mais importantes?Quais deles já estão presentes na sua prática pedagógica ao elaborar o planejamento anual?


Minhas Reflexões sobre o vídeo

Como sou nova nesta profissão tenho muitas dúvidas e poucas certezas e isso me aflige muito, tenho dúvida em que atividades preparar que eu possa ter qualidade e que ajude a heterogeneidade da minha turma, como realizar atividades que sejam realmente algo que meu aluno aprenda e que ira utilizar em sua vida. Outra preocupação que tenho é de que meus alunos possam sentir prazer em estar na escola e não que venham porque é obrigado a vir, acredito que só assim poderemos ter uma educação com mais qualidade, tudo que traz prazer fica mais fácil de aprender.Nesta perspectiva penso que preciso tornar o ensino mais atraente para meus alunos e que a leitura seja uma prática gostosa e não um fardo como é para mim, mas não sei bem como fazer com que meu aluno sinta prazer em estar na escola e seja um leitor e não qualquer leitor e sim um leitor critico , que entenda realmente o que esta lendo e que saiba    selecionar essa leitura. 





Palestra do Professor Clécio 09/04/2013

Link para palestra do Professor Clécio Bunzen



http://prezi.com/3s9p0d0uvl4o/apresentacaomunicipio/?utm_source=website&utm_medium=prezi_landing_related_solr&utm_campaign=prezi_landing_related_author